Rolling in Stones

Fique por dentro do que rola sobre remineralização no Brasil e no mundo

 

Primeiro Seminário do Sudoeste Goiano:
Aspectos Geológicos da Produção Agrícola no Sudoeste Goiano

O Primeiro Seminário APL do Sudoeste Goiano foi mais que um encontro de conhecimento, foi uma reunião de almas, um encontro de seres co-criadores de Vida.

Jataí, a terra do mel, da flor de mel, da energia do mel, atraiu no mês de maio, um novo grupo de abelhas. Sim, abelhas pensantes, cujo jeito de ser revela a doçura e a certeza, a segurança e a paz, a alegria e o saber de ser livre e amar.  Parceiros da Vida que buscam na flor o doce sabor de criar.
Morar na terra, viver da terra, sentir a terra, se fazer terra, SER TERRA!

O tema “Aspectos Geológicos da Produção Agrícola no Sudoeste de Goiás” estudou toda a formação geológica (rochas e solos) da Bacia do Paraná, para o entendimento dos diferentes aspectos dos tipos de solo e fertilidade a partir das diferentes formações e depois utilizar fontes locais para refertilizar o solo.

Fontes regionais de agro minerais representam uma nova alternativa de fertilizante, de forma menos prejudicial ao ecossistema e ainda como uma nova estratégia para a competitividade da agricultura brasileira, que diminuirá a importação de insumos.

O Solo é, portanto, uma dádiva da natureza que leva milhares ou até milhões de anos para se formar.
Um mesmo tipo de rocha forma solos diferentes, se exposto à climas distintos. Em climas húmidos, os solos tendem a ser espessos Em climas áridos, os solos são delgados, ou inexistentes O Clima é o fator mais importante na formação dos solos.

No caso dos arenitos, que são constituidos por grãos de quartzo, estáveis na natureza e não se transformam em minerais argilosos. Algumas rochas são compostas por minerais que não se alteram quimicamente.

Na realidade, os arenitos se decompõem e os grãos de quartzo ficam soltos e formam os solos arenosos, típicos dos terrenos onde afloram os arenitos da Formação Bauru. Portanto, se uma região só tiver arenitos como rochas aflorantes, o solo será arenoso e pobre em nutrientes.

Em resumo, os resultados da aplicação de pó de rocha nos solos :

•dependem da natureza da rocha
•dependem do tipo de solo
•cultura envolvida (mecanismos de utilização do nutriente da fonte)

A maior riqueza da Bacia do Paraná talvez seja o gigantesco aqüífero das formações Botucatu e Pirambóia, conhecido como Aqüífero Guarani.


“Na Vida, a Energia da Rocha”

Meco, maio de 2010 em Jataí, Goiás.



veja as fotos do primeiro dia do evento:

 


A Dra. Adriana Reatto e a pequena Manuela Görgen
deram boas vindas aos participantes

 


A engenheira agrônoma Claudia Görgen ,
uma das organizadoras do evento dando
orientações sobre o dia de campo

 

 


Antonio Alexandre Bizão, engenheiro agrônomo e também um
dos organizadores do seminário no momento que palestrava

 

 


Professor Dr. Antônio Eduardo Furtini Neto da
Universidade Federal de Lavras, eng. agrônomo Antônio Bizão
e o Dr. Eder de Souza Martins compondo a mesa de trabalhos
após a apresentação de suas palestras

 

 

 

Furtini, Bizão e Éder Martins sendo sabatinados  pelo Dr. Claudinei Gouveia de Oliveira da UNB, enquanto Claudia olhava para Dr. Othon e Dra. Edi (UNB) perplexos!!!!
E o público acompanhando os debates na maior atenção



 

 


Seu Meco, nosso XAMÃ do pó de rocha entregando as lembranças
aos palestrantes - Um vidro de mel da fazenda do Sérgio, produtor de
banana da terra e mais 28 espécies de banana, só com pó de rocha e
biofermentado... Só no Goiás!!!

 

 

 


Grupo de bolsistas: Nayra (bióloga), Bizão (agrônomo), 
Claudia (Agrônoma), Rafael (estudante de Agronomia), Estela
(agrônoma)  e Eduardo ( administrador de agronegócios)
Pensa num grupo de conhecimento!!

 

 










Autora do texto: Claudia Adriana Görgen

- engenheira agrônoma, trabalhando com remineralização
dos solos e alimentos com rochagem e biofermentados na
região de Jataí, Goiás.

 

 

 

 

Site melhor visualisado no escuro